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	<title>Comentários sobre: Palavra da Semana - 27.09.08</title>
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	<description>Blog dos Jovens Comprometidos da Comunidade Alcance</description>
	<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 17:55:07 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Tamara Lucena</title>
		<link>http://comunidadealcance.com.br/jc/palavra-pastoral-2709/#comment-15</link>
		<dc:creator>Tamara Lucena</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 11:25:21 +0000</pubDate>
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		<description>Viver em unidade e amar o nosso próximo...
Esse testo me fez relembrar de uma historia real que ouvir a muito tempo e gostaria de deixar aqui para refletir-mos sobre amar o nosso proximo e ver a perfeição de Deus em nossas vidas.

No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino
de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida
escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola comum..

Num jantar  beneficente  de Chush, o  pai de   uma criança fez um
discurso que nunca mais seria esquecido  pelos que ali estavam.

Depois de  elogiar a escola e seu dedicado  pessoal,   perguntou:

- Onde está a perfeição no meu filho Pedro,  se tudo o  que DEUS faz é
feito com perfeição? Meu filho não   pode entender as coisas como outras
crianças entendem. Meu filho não se pode lembrar de fatos e números como as
outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?

Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai,
mas  ele continuou:

- Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição
que Ele busca  está no modo  como as pessoas reagem diante desta criança.

Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:

- Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos
que o conheciam, estavam jogando beisebol. Pedro perguntou-me:

- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?

Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não
o queria na equipe. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto
lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me de um dos
meninos no  campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma
olhada ao redor, buscando a aprovação  de seus companheiros de equipe e
mesmo  não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e
disse:

- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava.
Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos colocá-lo para bater
até a nona rodada.

Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a
resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o
campo jogar. No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou alguns
pontos, mas ainda estava perdendo por três.  No final da nona rodada, a
equipe de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as  bases com
potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado  para continuar. Uma
questão, porém, veio à minha mente: a equipe  deixaria Pedro, de fato,
rebater nesta circunstância e deitar fora à  possibilidade de ganhar o
jogo?   Surpreendentemente, foi dado o  bastão a Pedro. Todo o mundo sabia
que isto seria quase impossível,  porque ele nem mesmo sabia segurar o
bastão. Porém,  quando  Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns
passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos
rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e
perdeu. Um dos companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos
seguraram o bastão e encararam o lançador.

O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente
para Pedro. Quando veio o lance, Pedro  e o seu   companheiro da equipe
balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador. O lançador
apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem
da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso,
o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo,
distante do alcance do primeiro homem da base.

Então todo o mundo começou a gritar: Pedro corre para a primeira
base, corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha corrido... mas
saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado.
Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse
da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que
colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador
entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e
distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo o mundo gritou:

- Corre para a segunda, Pedro, corre para a segunda base.

Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele
circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Pedro alcançou a
segunda base, a curta parada adversária
colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:

- Corre para a terceira.

Ambas as equipes correram atrás dele gritando:

- Pedro, corre para a base principal.

Pedro correu para a base principal,  pisou nela e todos os 18 meninos o
ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o
campeonato e ganho o jogo para a equipe dele.

- Naquele dia, disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18
meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão
lindo no rosto do meu filho!


O fato é verdadeiro  e ao mesmo tempo  nos causa  tanta estranheza! Será
que algum de nós consegue se ver agindo como um dos 18 meninos? Temos amado
ao próximo como a nós mesmos? Temos coragem de abrir mão de algo em prol do
outro?
Pense nisso!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Viver em unidade e amar o nosso próximo&#8230;<br />
Esse testo me fez relembrar de uma historia real que ouvir a muito tempo e gostaria de deixar aqui para refletir-mos sobre amar o nosso proximo e ver a perfeição de Deus em nossas vidas.</p>
<p>No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino<br />
de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida<br />
escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola comum..</p>
<p>Num jantar  beneficente  de Chush, o  pai de   uma criança fez um<br />
discurso que nunca mais seria esquecido  pelos que ali estavam.</p>
<p>Depois de  elogiar a escola e seu dedicado  pessoal,   perguntou:</p>
<p>- Onde está a perfeição no meu filho Pedro,  se tudo o  que DEUS faz é<br />
feito com perfeição? Meu filho não   pode entender as coisas como outras<br />
crianças entendem. Meu filho não se pode lembrar de fatos e números como as<br />
outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?</p>
<p>Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai,<br />
mas  ele continuou:</p>
<p>- Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição<br />
que Ele busca  está no modo  como as pessoas reagem diante desta criança.</p>
<p>Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:</p>
<p>- Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos<br />
que o conheciam, estavam jogando beisebol. Pedro perguntou-me:</p>
<p>- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?</p>
<p>Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não<br />
o queria na equipe. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto<br />
lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me de um dos<br />
meninos no  campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma<br />
olhada ao redor, buscando a aprovação  de seus companheiros de equipe e<br />
mesmo  não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e<br />
disse:</p>
<p>- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava.<br />
Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos colocá-lo para bater<br />
até a nona rodada.</p>
<p>Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a<br />
resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o<br />
campo jogar. No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou alguns<br />
pontos, mas ainda estava perdendo por três.  No final da nona rodada, a<br />
equipe de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as  bases com<br />
potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado  para continuar. Uma<br />
questão, porém, veio à minha mente: a equipe  deixaria Pedro, de fato,<br />
rebater nesta circunstância e deitar fora à  possibilidade de ganhar o<br />
jogo?   Surpreendentemente, foi dado o  bastão a Pedro. Todo o mundo sabia<br />
que isto seria quase impossível,  porque ele nem mesmo sabia segurar o<br />
bastão. Porém,  quando  Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns<br />
passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos<br />
rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e<br />
perdeu. Um dos companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos<br />
seguraram o bastão e encararam o lançador.</p>
<p>O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente<br />
para Pedro. Quando veio o lance, Pedro  e o seu   companheiro da equipe<br />
balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador. O lançador<br />
apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem<br />
da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso,<br />
o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo,<br />
distante do alcance do primeiro homem da base.</p>
<p>Então todo o mundo começou a gritar: Pedro corre para a primeira<br />
base, corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha corrido&#8230; mas<br />
saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado.<br />
Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse<br />
da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que<br />
colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador<br />
entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e<br />
distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo o mundo gritou:</p>
<p>- Corre para a segunda, Pedro, corre para a segunda base.</p>
<p>Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele<br />
circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Pedro alcançou a<br />
segunda base, a curta parada adversária<br />
colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:</p>
<p>- Corre para a terceira.</p>
<p>Ambas as equipes correram atrás dele gritando:</p>
<p>- Pedro, corre para a base principal.</p>
<p>Pedro correu para a base principal,  pisou nela e todos os 18 meninos o<br />
ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o<br />
campeonato e ganho o jogo para a equipe dele.</p>
<p>- Naquele dia, disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18<br />
meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão<br />
lindo no rosto do meu filho!</p>
<p>O fato é verdadeiro  e ao mesmo tempo  nos causa  tanta estranheza! Será<br />
que algum de nós consegue se ver agindo como um dos 18 meninos? Temos amado<br />
ao próximo como a nós mesmos? Temos coragem de abrir mão de algo em prol do<br />
outro?<br />
Pense nisso!</p>
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