VERSÍCULO:
“Os homens de Dã levaram o que Mica fizera e o seu sacerdote, e foram para Laís, lugar de um povo pacífico e despreocupado. Eles mataram todos ao fio da espada e queimaram a cidade. Não houve quem os livrasse, pois viviam longe de Sidom e não tinham relações com nenhum outro povo.”
PALAVRA:
Jesus desfez toda a barreira de inimizade. Sendo assim, cada um de nós, forma a parte que vai dar liga ao corpo (Efésios 4.16) e a conseqüência disso é o aperfeiçoamento dos santos (Efésios 4.11-12). A presença de Deus não vem sobre um reino dividido, por isso precisamos andar em unidade. É preciso entender que não haverá avivamento sem unidade.
Precisamos nos esvaziar das nossas razões, verdades e orgulho, que muitas vezes nos levam ao isolamento. A Palavra de Deus nos ensina que toda a lei se resume num só mandamento: “Ame o seu próximo como a si mesmo” (Gálatas 5.14), por isso, amemos uns aos outros e vivamos a verdadeira unidade em Cristo!
Pastor Elioenai
Tamara Lucena
outubro 25th, 2008 às 8:25
Viver em unidade e amar o nosso próximo…
Esse testo me fez relembrar de uma historia real que ouvir a muito tempo e gostaria de deixar aqui para refletir-mos sobre amar o nosso proximo e ver a perfeição de Deus em nossas vidas.
No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino
de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida
escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola comum..
Num jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um
discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam.
Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou:
- Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é
feito com perfeição? Meu filho não pode entender as coisas como outras
crianças entendem. Meu filho não se pode lembrar de fatos e números como as
outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai,
mas ele continuou:
- Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição
que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança.
Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:
- Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos
que o conheciam, estavam jogando beisebol. Pedro perguntou-me:
- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não
o queria na equipe. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto
lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me de um dos
meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma
olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros de equipe e
mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e
disse:
- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava.
Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos colocá-lo para bater
até a nona rodada.
Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a
resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o
campo jogar. No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou alguns
pontos, mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, a
equipe de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com
potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar. Uma
questão, porém, veio à minha mente: a equipe deixaria Pedro, de fato,
rebater nesta circunstância e deitar fora à possibilidade de ganhar o
jogo? Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro. Todo o mundo sabia
que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o
bastão. Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns
passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos
rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e
perdeu. Um dos companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos
seguraram o bastão e encararam o lançador.
O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente
para Pedro. Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro da equipe
balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador. O lançador
apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem
da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso,
o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo,
distante do alcance do primeiro homem da base.
Então todo o mundo começou a gritar: Pedro corre para a primeira
base, corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha corrido… mas
saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado.
Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse
da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que
colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador
entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e
distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo o mundo gritou:
- Corre para a segunda, Pedro, corre para a segunda base.
Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele
circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Pedro alcançou a
segunda base, a curta parada adversária
colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:
- Corre para a terceira.
Ambas as equipes correram atrás dele gritando:
- Pedro, corre para a base principal.
Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o
ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o
campeonato e ganho o jogo para a equipe dele.
- Naquele dia, disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18
meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão
lindo no rosto do meu filho!
O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo nos causa tanta estranheza! Será
que algum de nós consegue se ver agindo como um dos 18 meninos? Temos amado
ao próximo como a nós mesmos? Temos coragem de abrir mão de algo em prol do
outro?
Pense nisso!