Estudos

No dia 25 de dezembro, comemora-se o Natal. Mesmo nos países que não têm o cristianismo como religião predominante, a data é reconhecida como uma celebração do nascimento de Jesus. Porém, a festa produz algumas controvérsias no meio evangélico, principalmente devido à sua origem. Sabe-se que a data de 25 de dezembro não tem relação história com o nascimento de Jesus. Embora a Bíblia não especifique o dia, os indícios levam os estudiosos a crer que Cristo nasceu no mês de abril.

Mas, então, por que a celebração no mês de dezembro?

Nessa data, aconteciam festas de origem pagã – divergem-se sobre as histórias, mas a maioria das evidências apontam para uma celebração em homenagem ao deus romano Sol. Como crescimento do cristianismo no século IV d.C. e a decisão de Constantino em tornar a fé cristã como religião oficial do império, optou-se por tornar a data uma celebração relacionada a Jesus.Para alguns, foi uma forma de incluir Jesus na festa pagã e assim reunir mais adeptos ao cristianismo. Para outros, foi uma tentativa de competir e, assim, enfraquecer a celebração ao Sol.

Independentemente das motivações, a data foi ganhando adeptos ao longo dos séculos e se tornou oficialmente a festa do nascimento de Jesus para o mundo todo até os dias atuais. Além disso, há outros elementos de controvérsias, como o Papai Noel, que “rouba” os holofotes de Jesus e o próprio pinheiro de Natal, que para alguns é uma associação a postes- ídolos da antiguidade.

Paulo, exortando as igrejas, sempre orientou que os irmãos não escandalizassem uns aos outros e, ao mesmo tempo, não julgassem as escolhas feitas pelos demais – desde que, claro, elas não se opusessem às ordenanças divinas. Os pastores Luciano Subirá e Lamartine Posella conversaram abertamente sobre o tema, razões pelas quais comemorar ou não a data e a possibilidade incrível de usar o Natal para celebrar a Cristo e testemunhar de Seu amor.

Confira o vídeo e boas festas.